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"Arquitecturas Biológicas - El amor por la Forma";
Aresta, Marco
ed. Diseño

"Arquitectura Biológica - La vivienda como organismo Vivo";
Aresta, Marco
ed. Diseño

"Módulo Orgánico - manual para la autoconstrucción de viviendas sustentables";
Aresta, Marco y Scialpi, Giulia

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IN: SPINADEL, Vera W. de.; “Forma y Matemática – Fractales”; editorial Nobuko; Buenos Aires
2012;
ARQUITECTURA COMO ORGANISMO VIVO
ARQ. MARCO ARESTA
2010
RESUMEN
Las Teorías del Caos y las Geometrías no-euclidianas, entre ellas la Geometría Fractal han influenciado profundamente el pensamiento de las disciplinas del Diseño, nombradamente la Arquitectura y el Urbanismo.
Desde siempre el ser humano ha buscado en la Naturaleza referencias para construir su propio mundo. Desde la Botánica hasta la Biología Molecular, desde la Matemática a la Física Cuántica, desde la Geometría Euclidiana y la Geometría Hiperbólica hasta la Geometría Fractal le sirven al ser humano para entender, clasificar y ordenar el mundo en que vive para después poder operar sobre él.
Existen fractales en la Naturaleza, fractales que aparecen como resultado de la evolución morfológica del aglomerado urbano y fractales expresos en objetos elaborados de manera consciente por el ser humano, como la Arquitectura.
De una u otra forma las morfologías fractales están directamente relacionadas a organismos vivos, estructuras emergentes y no-lineales dónde todas sus partes se relacionan hasta configurar la totalidad.
Según la Biología, un organismo vivo, es un “conjunto de átomos y moléculas que forman una estructura material organizada y compleja, en la que intervienen sistemas de
comunicación molecular, que se relaciona con el ambiente con un intercambio de materia y energía de una forma ordenada y que tiene la capacidad de desempeñar las funciones básicas de la vida que son la nutrición, la relación y la reproducción, de tal manera que los seres vivos actúan y funcionan por sí mismos sin perder su nivel estructural hasta su muerte.”1
¿En base a esta definición como podemos tratar la Arquitectura, en el momento de análisis y producción de formas, como organismos vivos?
Es la respuesta a esta cuestión el objetivo del trabajo que a continuación se expone. Para ello Partimos de la Naturaleza como inspiración o referente del imaginario, del Lugar como premisa del Diseño y de la Geometría como metodología conceptual.
Muchas veces las formas no son accidentales pero tampoco surgen de un gesto matemático intencionado. Para poder interpretar los procesos de transformación de éstas surge la Geometría: “Uno de los grandes aportes de la Geometría al mundo de las formas es haber establecido muchas de las leyes de la transformación”.2
La relación material o conceptual de la Morfología con las formas de la Naturaleza puede pasar por un análisis de las ideas que dan origen a dichas formas e intentar establecer una relación de éstas con los conceptos matemáticos en cuestión.
Siendo así, este trabajo pretende ser un encuadre a dos conceptos: las morfologías que resultan de geometrías con relación y expresión en la Naturaleza derivadas de “diseños criptomórficos” por un lado, y el los espacios del Habitar que se generan por otro. 
(…)
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REVISTA INFOHABITAR, JULHO DE 2014
ARESTA, Marco; GIULIA, Scialpi
ARQUITECTURA COM TERRA
Experiências do fazer
1. INTRODUÇAO
“Cada um por si!”
Cada um de nós poderá pensar que a frase “cada um por si” é negativa, mas desde o ponto de vista da atualidade eu vejo-a mais como uma característica a ter que aceitar, se já não diretamente aceite.
Cada um por si não invalida que não sejamos pelos outros desde uma perspectiva na qual o bem colectivo vai obviamente ser o nosso próprio bem. Também não invalida que o meu bem-estar passe pelo conhecimento de como as minhas ações impactam no bem estar da totalidade e como tal, sobre mim mesmo. Por outro lado é importante que cada um possa ter o seu conforto e condições de saúde para poder pensar, atuar e sentir com total capacidade sobre o colectivo que integra. E neste sentido é importante pensar a vivenda como refúgio são. Cada um, hoje em dia, participa numa grande rede de comunicação que permitiu o desenvolvimento da tecnologia. Mas é importante reconhecer que no exato momento em que vivemos, o desenvolvimento, assim como progresso humano tem a ver com a capacidade de inovar o tecido económico, tecnológico, científico para praticas que reduzam o impacto ambiental, até a à minimização da “pegada ecológica”.
Cada um de nós, cada vez mais, é chamado a ”pensar sobre a “sustentabilidade”, com tendência ao aumento da investigação pela praxis académica independente, mas também pela investigação apoiada pela comunidade empresarial, de modo a garantir que a produção humana tenha o mínimo impacto sobre o contexto natural e consecutivamente sobre ela mesma. Obviamente que estamos no inicio de um largo longo processo que reclama urgência, cujo grande desafio é como antecipar tempos que naturalmente são os que necessitamos como grupo consciente e racional para poder atuar em e no colectivo. Tudo isto é o reflexo de uma consciência colectiva que formula uma opinião pública e que cada vez mais nos faz repetir a mensagem.
Mas isto só não chega!
Cada um terá que ter a responsabilidade, guiada por uma ideologia do sentir e do pensar, para atuar de forma coerente. Esta coerência é dada pela informação que necessitamos e que devemos compartilhar , fazendo-a chegar até aos outros e, por conseguinte, até nós mesmos.
A informação que cada vez mais se difunde de maneira vertiginosa pelos meios virtuais leva-nos a poder aceder a conceitos que nutrem o nosso próprio exercício do “fazer”. Mas fazer o quê?
Cada ser humano realiza ações no seu dia que decorrem da necessidade de fazer coisas. Alguns justificam que é por dinheiro; outros para não ouvir o marido ou a mulher, ou a sogra, ou os filhos; outros por ambição, por poder, por reconhecimento (diria que todos); outros por paixão, por compromisso, por palavra, etecetera…O que interessa é que agimos e realizamos coisas. Ora esse agir é que deve ser questionado desde a perspectiva das consequências que ele poderá ter nas presentes e futuras ações do ser humano.
Como é sabido, umas das ações que mais consome recursos é o ato de construir o nosso habitar. Os edifícios consomem entre 20 a 50% dos recursos físicos do planeta segundo o seu contexto edificatório e sendo a obra pública a que mais consome. Sabendo que, dentro das atividades industriais, a construção é a mais consumidora de recursos naturais, juntamente com a industria associada, e a principal responsável pela contaminação ambiental, a aplicação de critérios de construção sustentável aos edifícios torna-se imprescindível para o desenvolvimento das sociedades futuras. 
Mas que critérios? Obviamente critérios ao nível da eficiência e poupança energética, noções de conforto e saúde para os ocupantes, processos humanizados de trabalho, tratamento de águas, etecetera; mas principalmente é importante incidir no processo de seleção dos materiais.
Ë na seleção dos materiais que maior impacto podemos ter na urgente redução do impacto das construções no meio ambiente. Selecionar materiais naturais, locais e com processos de extração não invasivos é como se pode contribuir, económica e tecnicamente, na urgente redução da “pegada ecológica”. E não falamos de reciclagem! Também os materiais reciclados implicam processos contaminantes de alto consumo energético proveniente de sistemas industrializados. Falamos de materiais recuperados não contaminantes e de materiais naturais. Como exemplo temos a industria de reciclagem do betão. Quando um edifício chega ao final da sua vida útil, uma media de 25% do betão da estrutura é reciclado: as paredes e lajes são esmagadas e separadas para o seu uso em estradas, viadutos e outros edifícios. Claro está que este ato de reciclar na Análise do Ciclo de Vida (ACV) é bom mas nada tem que ver com o possível 100% de reutilização com baixo consumo energético que é possível obter com as paredes construídas com terra. A mais valia reutilização é que não origina um consumo de energia e recursos que é obrigatório na reciclagem.
Contudo, não estamos aqui para comparar, mas sim para introduzir o tema da construção natural e especificamente da arquitetura com terra.
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Marco Aresta
ARQUITECTURA EN TIERRA
algunos ejemplos en la historia
Determinar con exactitud donde y cuando surgió la construcción con tierra cruda
es prácticamente innecesario, dado que ha estado en el inicio de los primeros refugios
planeados y construidos deliberadamente después que el ser humano dejara las
cavernas o bajara de los árboles. La tierra cruda es el primer recurso para la construcción de habitares que servían a las sociedades nómadas de caza y recolección.
Las primeras construcciones de tierra cruda correspondían a refugios temporales
hechos de ramas y matorrales y cubiertos de barro para proteger de la intemperie y de
animales o vecinos no deseados. A estas primeras construcciones se llaman de jacal [2]
y se encontraban en los climas más rigurosos dado que las actividades se hacían en el
exterior y sin una permanencia extensa en un mismo lugar.
A la medida que aumentaran los conocimientos agrícolas y se desarrollo la producción de herramientas fue necesario y también posible la utilización de elementos estructurales mayores y con mejor tecnología lo que llevo al mejoramiento de los refugios.
En la mayoría de las regiones del mundo se empezaran a hacer casas-gruta, aprovechando desniveles del terreno o también escavando en la tierra. De esta forma se
conquistó un eficiente diseño bioambiental con economía de recursos humanos y
materiales. Es ejemplo de eso mismo las viviendas subterráneas de China escavadas en suelo limoso, donde viven aproximadamente 20 millones de personas.
La variedad de la forma y de la materialidad tenia que ver con los recursos disponibles en cada región y lugar. Así se determinaba en base a la viabilidad el uso de
piedra con barro, de madera con barro o de solamente barro. Las técnicas más rudimentales continuaran existiendo hasta nuestros días, pero a par se fueran sumando técnicas innovadores que facilitaran la construcción y permitieran la edificación de monumentales formas y espacios de carácter publico, religioso y militar.
Uno de los avances a nivel tecnológico que encontramos en todo el mundo en distintas
épocas en función del desarrollo de cada civilización, es el adobe. El adobe (ladrillo de tierra cruda) surge de la necesidad de utilizar una técnica de construcción más rápida y eficiente dado que los muros de barro húmedo y moldeado directo llevaban mucho tiempo de secado.

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FADU – UBA
UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES
FACULTAD DE ARQUITECTURA, DISEÑO Y URBANISMO
INSTITUTO DE LA ESPACIALIDAD HUMANA
ARQUITECTURA
ARQUITECTURA EN TIERRA
Fenomenología de la Forma
MARCO ARESTA
“Al considerar que la realidad de este mundo no es natural, ni es intrínseca, ni es a priori, ni es eterna, sino que proviene de la acción humana, también es preciso reconocer que esta acción y este resultado son posibles sólo en redes configuradas por relaciones intersubjetivas…”1

INTRODUCCIÓN
A partir de la afirmación arriba citada será inducidle una introducción en el análisis de una obra de Arquitectura en Tierra erguida en un contexto socio-cultural que marca y organiza la actividad humana como un hacer artístico que se actualiza de generación en generación, proponiendo siempre formas nuevas, actuales que expresan la estética de la contemporaneidad en esa cultura.
La forma en la arquitectura de tierra aparece como fenómeno cultural, derivado de la participación de múltiples agentes. Por eso, en la conclusión de ese texto podremos hablar de fenomenología de la forma.

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ARQUITECTURA EN TIERRA
ventajas y limitaciones
Marco Aresta

La Arquitectura y Construcción con Tierra, tal como cualquier practica del ser humano
acarrea ventajas y limitaciones en su uso. Acá trataremos de dar enfoque a nivel general sin
entrar en las especificidades de cada una de las técnicas.
Como hemos visto, desde la más remota antigüedad que la humanidad utilizo la tierra
para cobijarse, siendo que en la actualidad un tercio de la población mundial vive en viviendas
de tierra. En Sur América, África y numerosos casos en Asia ese porcentaje asciende a la mitad
de la población. Esto nos da la seguridad de afirmar que la tierra cruda como material para la
construcción y el diseño contiene ventajas no solo del ámbito económico, pero también de
carácter técnico, socio-cultural y ambiental.
Empecemos entonces por las ventajas que el material tierra lleva en si.
A nivel técnico la tierra es un material abundante y disponible en la mayoría de las
regiones del mundo ya que a nivel industrial constituye la materia prima más utilizada para los
materiales obtenidos de la transformación. Prácticamente cualquier tipo de tierra es propicia
para la construcción determinando la técnica para la ejecución de la obra, aunque además se
puedan mezclar estabilizantes.

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download Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitetura
ARQUITETURA DE REINTEGRAÇÃO SOCIAL SUSTENTÁVEL
Centro Comunitário como meio de integração social e cultural da Quinta do Mocho
Fábio Vítor Batista Mendes
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Arquitetura
Orientação Científica:
Professor Doutor Pedro Jorge Dias Pimenta Rodrigues
Júri:
Doutor Miguel Calado Baptista Bastos [Presidente]
Doutor Pedro Dias Pimenta Rodrigues [Orientador]
Doutor Hugo José Abranches Teixeira Lopes Farias [Vogal]
Lisboa, FA ULisboa, Outubro, 2016
Resumo
O Bairro da Quinta do Mocho é um bairro social, que foi construído para alojar famílias que viviam em barracas de forma precária. Hoje, é uma ilha urbana resultante da grande concentração de uma população com fortes problemas económicos, famílias fragilizadas, atividades ilegais, isolamento.
Reconhecendo os condicionantes físicos e sociais que promovem a desintegração da comunidade, pretende-se usar um equipamento urbano como elemento gerador de dinâmicas sociais, que procure através da sua arquitetura acrescentar atributos à comunidade. Ter uma “morada” e sentir-se abrigado ou protegido é fundamental na condição de existência de qualquer pessoa e num lugar onde estes vínculos são frágeis ou inexistentes, propõem-se a arquitetura de integração social como estímulo para enraizar esses caracteres. Procura-se uma arquitetura que seja a “casa” da comunidade onde os hábitos e rotinas essenciais ao Homem possam ser desenvolvidos e estimulados.
A proposta defendida vai no sentido de encontrar uma solução integrada que vise a reintegração da comunidade com a cidade, partindo das potencialidades e possibilidades da comunidade, procurando agregar elementos que sejam diferenciadores, trazendo identidade ao bairro e tirando partido dos recursos locais, como os materiais usados na construção, estimulando um desenvolvimento sustentável do bairro.
PALAVRAS-CHAVE: Comunidade; Integração; Social; Sustentabilidade; Equipamento4
Abstract
The District of Quinta do Mocho is a social neighborhood, which was built to hous families who were living in precarious tents. Today it is a resulting urban island of the great concentration of a population with strong economic problems, vulnerable families, illegal activities, isolation. Recognizing the physical and social conditions that promote the disintegration of the community, we intend to use an urban equipment as generating element of social dynamics, which seeks through its architecture add attributes to the community.
Having a “dwelling” and feel sheltered or protected is critical in condition of existence of any person and in a place where the links are weak or nonexistent, It proposes the social integration architecture as a stimulus to ingrain these characters. We search an architecture that is the “home” of the community where the habits and routines essential to man can be developed and encouraged. 
The proposal advocated will towards finding an integrated solution aimed at community reintegration with the city, starting from the potential and possibilities of the community, seeking to add elements that are differentiators, bringing identity to the neighborhood and taking advantage of local resources, as the materials used in construction, stimulating sustainable development of the neighborhood.
KEY WORDS: Community; Integration; Social; Sustainability; Equipment.
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Instituto de la Espacialidad Humana
Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo
Universidad de Buenos Aires
CATENOIDES EN ESTRUCTURAS ABOVEDADAS
DE ADOBE Y LADRILLO
ARESTA, Marco; MENDES, Fábio
marco.aresta@gmail.com

2017

Tecnología en relación proyectual
Resumen
Tradicionalmente, las estructuras abovedadas de fábrica han sido evaluadas estructuralmente a partir de métodos geométricos, muchas veces con aproximaciones por experimentación y error. Es con los mismos métodos gráficos que dibujamos, construimos y analizamos las superficies abovedadas.
El comportamiento estructural de las superficies abovedadas asociado a su delineamiento geométrico no permite un análisis elástico dada su constitución estática. Esta particularidad viene porque las estructuras abovedadas se arman con materiales inertes de comportamiento estático con mínimos módulos de elasticidad, como son el adobe o el ladrillo. Como tal, es crucial el conocimiento de la geometría deformada de estas superficies dada paulatinamente por el ajuste y acomodamiento de la forma al transcurso y vida útil de la construcción. Nuestra comprensión y estudio de la forma es dado por métodos gráficos basados en la línea de fuerzas o línea funicular. A partir de los métodos gráficos podemos seguir la evolución de las deformaciones y estas mismas deformaciones son detectadas y comunicadas por fisuras. Es en base a la fisura que se evidencia el cambio inicial de la geometría por naturales movimientos de la estructura. Es, como tal, normal y hasta obligatorio la fisuración en cualquier estructura de fábrica que esté trabajando y por eso resistiendo al colapso.
Nos centraremos específicamente en las superficies catenoides, originadas por el cumulo de líneas curvas naturales de fuerza, las catenarias. Así siendo, la investigación presenta un análisis desde el punto de vista: 1) físico, adonde analizamos la eficacia estructural de la forma del catenoide en las superficies abovedadas de adobe y de ladrillo; 2) simbólico, adonde nos encontramos con la construcción del espacio desde una mirada ancestral y con un vinculo a significados permanentes; 3) imaginativo: adonde reconocemos en nuestro entorno natural y en nosotros mismos el acople perfecto a geometrías de la naturaleza. Sin embargo, en este articulo nos detenemos solamente en el primer punto de la investigación.

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FADU – UBA
UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES
FACULTAD DE ARQUITECTURA, DISEÑO Y URBANISMO
INSTITUTO DE LA ESPACIALIDAD HUMANA
CIENCIA Y TECNOLOGIA – ¿FRACASO O ESPERANZA?
MARCO ARESTA
2010
CIENCIA Y TECNOLOGIA
¿FRACASO O ESPERANZA?

Introducción

Ciencia y tecnología avanzan frenéticamente a la par de las transformaciones mentales y físicas que operan en el paradigma de la forma y su conformación en las nuevas espacialidades que ellas mismas generan.

La tecnología impone sus inventos y actualizaciones consecutivas. Avances a los que la sociedad se ve obligada a adaptarse para poder seguir operando con sus mismos resultados.

Beneficiarios de estos avances son también las áreas de la Arquitectura y urbanismo que mutan sus formas permanentemente experimentando y actuando con las nuevas tecnologías. La tecnología origina formas para rápidos y cambiantes imaginarios y para fulminantes modos de uso de morfologías físicas y mentales de la sociedad de la información1.

Es evidente que estos resultados tecnológicos no siempre aportan mejor cualidad de vida, aunque, en un principio ese es su marco teórico o ideológico de evolución.

Reflejo de esto mismo es la degradación del ambiente urbano en la salud y las condiciones de vida de la población. En estas condiciones, la Ciencia surge con la esperanza de encontrar soluciones ingeniosas para soportar una vida en el planeta que nos vuelva a todos invencibles y adaptables a los cambios climáticos que generamos. La Ciencia, aunque sustancialmente más despacio que las evoluciones tecnológicas, avanza hacia el descubrimiento de vida artificial o de híbridos que realicen el sueño del “elixir de

la vida eterna”.

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DISEÑOS BIOLÓGICOS
Marco Aresta .
Colaboración: Jorge Bautista
ecohacer@gmail.com
“La arquitectura es el escenario de cómo vivimos y la expresión de cómo pensamos. Reflejanuestra conformación del mundo para luego habitarlo y la geometría de lo que construimos estálejos de ser neutral. El entorno construido, como el sistema biológico y otros sistemas naturalesque compromete, necesita funcionar confiablemente en formas complejas adaptables a muchosniveles diferentes. Tales sistemas adaptativos y sostenibles tienen las características similares deque, a pesar de tener orígenes distintivos, se desarrollan de una manera muy similar.”
(Nikos Salingaros y James Kalb)
INTRODUCCIÓN
Antes de todo, es menester aclarar que este artículo trata de la espacialidad arquitectónicaconquistada desde un principio matemático con la aplicación de patrones y proporcionesgeométricas presentes en las geometrías de la Naturaleza biológica, y no de una espacialidadsimplemente justificada y conceptualmente derivada de una mimesis visual o inspiración estéticaen las mismas geometrías de la Naturaleza. Este sustento conceptual viene naturalmente derivadodel acto consciente del Diseño apoyado por el análisis y la aplicación de elementos geométricos. El Diseño es el traductor y la geometría su corrector. En su mayoría, el proyecto arquitectónico está delineado por la geometría fractal y sus movimientos de simetría, pero también por la aplicación de
elementos geométricos de la Geometría Sensible. A estas herramientas y metodología de proyecto le llamaremos Diseños Biológicos. 1 (2)
La llamada arquitectura fractal se apoya en la geometría rigurosa y en el análisis matemático como instrumento científico a la hora de proyectar y pensar la espacialidad. Sin embargo, la arquitectura fractal no solo se resume a la mera aplicación de herramientas científicas sino que también garantiza, en el acto del diseño (proyecto y obra), el surgir de la emoción y del sentimiento con acciones de carácter intuitivo y humanizado. (…)

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DISEÑOS EN TIERRA: ENTORNO, FORMA Y MATERIA
Marco Aresta, Gonzalo Castaño, Giulia Scialpi, Nico Mayer
ecoHacer: Bio-Arquitectura y Bio-Construcción; Buenos Aires, Argentina;
ecohacer@gmail.com
Palabras claves: Diseño, Bioambiental, Naturaleza, Geometría
Resumen
En esta ponencia se trata de exponer el resultado de los últimos años de investigación proyectual y constructiva en relación a lo que la Naturaleza nos brinda para el Diseño de espacios arquitectónicos, teniendo la tierra como materialidad de base para su concreción. Se toma el Diseño como traductor del conocimiento de la Naturaleza para su aplicación en la Arquitectura. El mismo Diseño, como herramienta interpretativa, tiene la prioridad a la hora de descifrar y elegir la Naturaleza como entorno (lugar y clima de implantación), como forma (geometrías y proporciones presentes de manera permanente), y como materia (los materiales naturales, sanos y locales). Las tres temáticas que determinan la investigación proyectual y de obra se cruzan y se
mezclan en puntos de influencia. Como premisa de este recorrido tenemos la tierra con letra minúscula, como material “madre” en la concreción de la Arquitectura; pero también la Tierra con letra mayúscula, como metáfora de la Naturaleza que nos expone a lo que necesitamos para una estrategia para Habitar el planeta de manera sustentable.
El entorno es estudiado con criterios científicos, aplicando el diseño bioclimático en la evaluación de las condiciones físicas del lugar y del clima, para garantizar la eficiencia energética y el confort en las construcciones. La forma es analizada a nivel geométrico por la eficiencia estructural de las geometrías de la Naturaleza, pero también como referencia estética y espacial; y por su inspiración espacial y estéticoformal.
Partimos de la hipótesis que las geometrías y proporciones presentes de manera permanente en el Naturaleza biológica se coadunan mejor a nuestro habitar como seres bilógicos que somos. La materia, como la tierra, los áridos o las fibras, son investigados para su aplicación en tecnologías y sistemas constructivos edilicios, que permitan la económica y duradera utilización en la construcción. El Diseño transmite a la arquitectura la necesidad de una intervención con bajo impacto ambiental, donde la sustentabilidad de la arquitectura en tierra se mide a nivel de espacialidad, de estética, de economía, de energía y de estructura.
Se busca en la Naturaleza lo que ella expresa y oculta, coincidiendo con la frase de Leonardo Da Vinci: “La Naturaleza no infringe jamás su propia Ley. ¡O necesidad inexorable! Obliga a todos los efectos a ser los resultados directos de sus causas, y, por una Ley suprema e irrevocable, cada acción natural te obedece de acuerdo con el proceso más corto.” La tierra inaugura y cierra el recorrido del Diseño.
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ES DE LA TIERRA
SUSTENTABILIDAD ESPACIAL
MARCO ARESTA
PALABRAS CLAVE
Sustentabilidad, Espacialidad, Naturaleza, Complejidad, Orgánico, Tierra
RESUMEN
La teoría del Caos y las Geometrías no-euclidianas a las que llamamos, en general, Geometrías de la Naturaleza Compleja, entre ellas la Geometría Fractal, han influenciado profundamente el pensamiento en las disciplinas del Diseño.
Desde siempre el hombre ha buscado en la Naturaleza referencias para construir su
propio mundo. Desde la Botánica hasta la Biología Molecular, desde la Matemática a la
Física Cuántica, desde la Geometría Euclidiana a la Geometría Hiperbólica, parabólica,
elíptica o Fractal le sirven al Hombre para entender, clasificar y ordenar el mundo en que
vive para después poder operar sobre él.
Por ejemplo, encontramos geometrías fractales en la Naturaleza, fractales que aparecen como resultado de la evolución morfológica del aglomerado urbano y fractales expresos en objetos elaborados de manera consciente por el Hombre.
De una u otra forma las morfologías de la Naturaleza Compleja están directamente relacionadas a organismos vivos, estructuras emergentes y no-lineales donde todas sus partes se relacionan hasta configurar la totalidad. Las Geometrías de la Naturaleza Compleja resultan en formas orgánicas de gran complejidad y aparente caos. Hasta ahora la única manera de dominar esa espacialidad es por procesos informáticos que actúan sobre la superficie o forma que envuelve un contenido y que conforma los espacios, de manera casi siempre arbitraria. ¿Como podrían ser los espacios diseñados resultantes del análisis de los Espacios de la Naturaleza Compleja? ¿Que tipo de organicismo morfológico estaríamos conquistando?
Podemos pensar la forma desde la espacialidad, desde la generación de espacios de
la Naturaleza Compleja para que nosotros, como organismos vivos, podamos habitar una espacialidad sustentable en relación a nuestro confort y salud física, mental y espiritual.
Las materialidades para la concreción de estas morfologías son variadas. Nosotros trabajamos con materiales naturales y sanos, preferentemente la tierra, acreditando que la sustentabilidad no es sólo económica, sino también estructural, estética, espacial y
ecológica.
En la extensión de esta hipótesis está el trabajo que a continuación se expone. Para ello partimos de la Naturaleza no sólo como inspiración o referente del imaginario pero
también como referente de análisis, del Lugar como premisa del Diseño y de la Morfología de la Naturaleza Compleja como metodología conceptual.
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ESPACIALIDAD Y CONSTRUCCIÓN CON TIERRA
ARQ. MARCO ARESTA

PALABRAS CLAVE: DISEÑO, OBRA, FORMACIÓN

RESUMEN

Una “paradoxus” la asociamos a algo que ultrapasa nuestro sentido común o que interrumpe nuestra noción de lo verdadero general. Así que cuando hablamos de Arquitectura con tierra o Construcción con tierra estamos hablando de una paradoja en relación a la Arquitectura tal y cual la conocemos actualmente.
¿Como ultrapasar la paradoja? Al ejemplo de otros profesionales y artesanos avanzamos poco a poco para la creación de una cultura estable y seria en lo que respecta al Saber de la materialización de espacios con tierra. Es determinante la creación de un diseño sustentable en lo económico, ecológico y energético pero también en lo estético, espacial y estructural. Para eso pensamos que se debe actuar en dos ejes garantizando un diseño eficiente: lo de una arquitectura pensada desde lo profesional y una arquitectura asesorada desde lo profesional para
la auto-construcción o el diseño participativo.
La mayoría de la construcción que se hace en el mundo no tiene la colaboración de un Arquitecto. ¿De que hablamos cuando hablamos de Arquitectura sin arquitectos? Esta paradoja la asocio a la paradoja de Russel: “¿Existe un conjunto de todos los conjuntos que no se contienen a sí mismos?” La Arquitectura/Construcción con tierra debe de ser apoyada y mejorada en base a un asesoramiento y a la formación cada vez más exigente con la creación de escuelas para profesionales, creación de consultorios itinerantes, etcétera. Para esto, los arquitectos involucrados tendrán que ser agentes del pueblo, obreros de la sociedad y sus estudios consultorios públicos.
Este artículo incide en nuestro trabajo teórico/practico y las conclusiones por experimentación del último año en lo que respecta a la Arquitectura con tierra inserida dentro del marco mayor de la Arquitectura que estudia y trata el Habitar como un elemento vivo y permanente para la sociedad intentando ultrapasar paradojas.
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ESPIRALOIDES

Arq. Marco Aresta

Instituto de la Espacialidad Humana. FADU, UBA
marco.aresta@gmail.com

Abstract
The “Spiraloids” are forms produced by rigid movements of transformation applied on the “metallic spirals”. These spirals are associated with the Metallic Means (SPINADEL, Vera W.; 1997) which have a pure periodical continuous fraction expansion.
The spirals are adopted as a generatrix tool to structure spaces and forms given by surfaces or volumes. At another stage of production of the forms, the surfaces undergo transformations on four geometric operations: rotation, translation, reflection and extension/reduction. These geometric operations originate new spaces and forms. The methodology for the production of Biologic Spaces comprises five steps: 1) identification of the geometric element; 2) identification of the geometric, arithmetic or harmonic proportions that originate the spatial disposition of directrices and generatrices; 3) formation of the surface generated by saturation of the space; 4) geometric operations of transformation applied on the surface; 5) identification and generation of spaces derived from the production. At the end of each process, other spaces emerge that lead to infinite
solutions. But as a synthesis of the investigation, we have established a Design which incorporates the Dynamic Symmetry as a set of transformation movements applied to “metallic spirals”. This symmetry determines the fractality which is a permanent condition in Design.

KeyWords: Metallic spirals, symmetry, fractals

Resumen
Los “espiraloides” son formas producidos por movimientos rígidos de transformación aplicados a las “espirales metálicas”. Estas espirales están asociadas a los Números Metálicos (SPINADEL, Vera W.; 1997) que poseen una descomposición en fracciones continuas periódica pura.
Las espirales se adaptan como una herramienta para estructurar espacios y formas dados por superficies o volúmenes. En otra etapa de la producción de formas, las superficies sufren transformaciones mediante cuatro operaciones geométricas:
rotación, traslación reflexión y extensión/reducción. Estas operaciones geométricas originan nuevos espacios y formas. La metodología para la producción de Espacios Biológicos comprende cinco pasos: 1) identificación del elemento geométrico; 2)
identificación de la proporción geométrica, aritmética o armónica que origina la disposición espacial de las directrices y
generatrices; 3) formación de la superficie generada por saturación del espacio; 4) operaciones geométricas de transformación aplicadas sobre la superficie; 5) identificación y generación de espacios derivados de la producción. Al final de cada proceso, emergen otros espacios que conducen a infinitas soluciones. Como síntesis de la investigación, hemos establecido un diseño que incorpora la simetría dinámica como un conjunto de movimientos de transformación aplicados a las “espirales metálicas”. Esta simetría determina la fractalidad que es una condición permanente en el Diseño.

Palabras clave: Espirales metálicas, simetría, fractales

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ESTRUCTURAS RECIPROCAS
redes y tramas en la geometría de techos

ARESTA, Marco; SCIALPI, Giulia

Laboratorio de Matemática y Diseño; Facultad de Arquitectura Diseño y Urbanismo;
Universidad de Buenos Aires
Tecnología en Relación
ecohacer@gmail.com

RESUMEN
Se llaman Estructuras Recíprocas a una trama tridimensional basada en el mutuo soporte de sus elementos
constitutivos conformando así un circuito de fuerzas cerrado. Cada elemento estructural a su vez se apoya y sirve
de apoyo al otro. La estabilidad de la estructura depende del equilibrio entre las fuerzas de tracción y compresión
para que simultáneamente se anulen en los nudos o puntos de unión de los elementos constitutivos.
Estas estructuras son basadas en geometrías que encontramos en la Naturaleza, tanto en el sistema biológico de
un ser vivo como en estructuras físicas de animales, plantas y minerales. Estas pueden ser encaradas como
redes complejas que actúan de manera altruista como un todo plural.
El Diseño, de este modo, se asume como traductor en el proceso de estudio de las leyes geométricas y
matemáticas de la Naturaleza y su posterior aplicación al ejercicio de la profesión.
Para tal investigación se despliegan vertientes de estudio en red, mezcladas por su natural e intrínseca conexión.
Estas vertientes se traducen en el estudio de: los elementos geométricos y las proporciones matemáticas, los
principios estructurales, los dispositivos proyectuales y los sistemas constructivos de las Estructuras Recíprocas.
La construcción de Estructuras Reciprocas analizada en esta ponencia retrata un proceso fenomenológico de
elaboración, donde la metodología de prueba y error por experimentación a partir de maquetas fue crucial.
Por compromiso conceptual y coherencia teórica con la etapa de proyecto se eligen geometrías regulares. Para
cada maqueta de estudio previamente elaborada fue importante el análisis posterior, expresado en esta ponencia.
Esto posibilitó identificar y ajustar la metodología aplicada. La metodología tiende, por un lado al devenir de la
forma conservando las coherencias simétricas, exigencias estructurales y los procesos de organización de la
Naturaleza biológica; y por otro lado a compromisos de orden técnica y tecnológica para su montado en escala
real.

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FORMACIÓN PARA LA AUTO-CONSTRUCCIÓN
Arq. Marco Aresta, Arq. Lucas Echevarría, Camila Guzmán, Arq. Giulia Scialpi
FADU-UBA, IEHu
Tecnología en Relación Proyectual
ecohacer@gmail.com
PONENCIA – Paper
Resumen
La base de nuestra investigación incide en el trabajo producido en el área de la formación, en la construcción y en el proyecto, con familias y comunidades de auto-constructores.
Si nuestro objetivo es la autoconstrucción de forma cooperativa, empezamos con el proyecto para envolver e integrar los agentes desde el inicio del proceso. La metodología esta destinada a procesos de diseño participativo.
El diseño participativo lo hacemos convocando a la participación, valga la redundancia, de los agentes de manera a integrarlos en el desarrollo del habitar que les va a servir a ellos y al lugar de implantación. A esto le sucede la integración de los mismos en el proceso de construcción como forma de autogestión y auto-concreción de sus ideas. El principal objetivo es generar, a través de la formación, la integración en el proceso de diseño e independencia futura de las comunidades y familias en el proceso de construcción.
La metodología asienta en el juego como sistema intuitivo de participación. El factor lúdico intrínseco es la base de la metodología. Es la imitación y el enmascaramiento que hacen parte del acto tribal y sagrado y transforman a cada uno en proyectistas de un diseño y obra para si mismo y para el otro.
Las lógicas de determinar un objetivo tiene que ver con la cooperación, el consenso, la crítica constructiva y el desapego de sus propios proyectos, al revés de las lógicas de generación de competencia. Trabajamos con sistemas modulares que van desde el nivel proyectual del diseño o del sistema constructivo, hasta el uso de recursos y materiales locales de fácil, empírica y tradicional (la tradición del saber-hacer) utilización, promoviendo la posibilidad de que todos se involucren en el proceso de elección y de concreción del proyecto.
Este sistema modular se apoya en: geometrías arquetípicas de la humanidad y que encontramos en patrones armónicos y formas de organización eficaz en la Naturaleza, tal como el hexágono; en materiales naturales y sanos que utilizamos directamente del lugar o con origen en economías locales; y en el uso del diseño pasivo y de tecnologías de bajo coste para la eficiencia energética de los proyectos.
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GEOMETRÍA SENSÍBLE
EN LA ARQUITECTURA BIOLÓGICA
Arq. Marco Aresta
FADU-UBA, IEHu
Proyecto y Habitar
marco.aresta@gmail.com
RESUMEN
Definimos Arquitectura Biológica en base a cuatro principios: en primer lugar que sean proyectos con diseños Bioclimáticos, comprometidos con el clima y el lugar de implantación; en segundo lugar que se utilicen plantillas de Geometría Sensible en el proyecto como base conceptual y estructural del espacio; en tercer lugar que contemple el análisis y la lectura cosmo-telúrica del espacio físico promoviendo identidad, vitalidad y armonía; por ultimo que la construcción sea, mayoritariamente, realizada con materiales naturales y sanos como son la tierra, la paja, la caña o la madera.
En el ámbito de esta ponencia el área en que actuamos es el segundo punto: la Geometría Sensible. En relación a la Real Academia Española, “sensible” significa algo “que puede ser conocido por medio de los sentidos”. [14] Actualmente, ciencias como la Neurología y Psicología, reconocen la existencia de 4 sentidos más aparte de los 5 sentidos básicos, que nos permiten acceder al orden de la realidad intangible.
La Geometría se vuelve sensible cuando incorpora a la realidad física de la matemática y a la realidad simbólica la suma de una realidad fractal (concepto introducido por el matemático polaco B. Mandelbrot (1924-2010) como un objeto geométrico cuya estructura es auto-semejante, esto es, se repite en diferentes escalas, siendo ideales para describir formas de la Naturaleza). La Geometría Fractal corresponde a estructuras
permanentes en varias dimensiones y en diferentes niveles de simetría. Este estadio imaginativo de la forma nos da la capacidad de identificación e integración con el entorno a partir del reconocimiento de las mismas proporciones y de los mismo patrones rigurosos que se encuentran en nuestro cuerpo, ya sea en la estructura celular, en nuestro ADN o en la configuración de una hoja o un árbol.
La realidad simbólica es comúnmente conocida porque habitamos un universo semiótico, dónde la realidad obedece a una significación de lo real construida por nosotros en base a modelos (cultura) y códigos (social). Significar es hacerlo real.
Por último, la realidad física o real de la geometría está en la forma antes de cualquier reconocimiento humano, sea por procesos de significación o de proyección en la realidad circundante. Son lo que llamamos los atributos morfológicos de la forma y que se materializan en sus sistemas generativos y procesos organizativos.

Hablamos así de una geometría que integra diferentes propiedades perceptivas del orden de lo tangible y de lo intangible, a través de estímulos biológicos, con la finalidad de presentarse como un hilo de comunicación entre la percepción y la expresión, entre lo real, lo simbólico y lo imaginativo.
El dibujo de geometrías que encontramos en la Naturaleza Compleja es el instrumento para un Proyecto integrador entre el ser que habita y el Habitar.

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GEOMETRÍAS SUSTENTABLES
Arq. Marco Aresta
marco.aresta@gmail.com
XXV JORNADAS DE INVESTIGACIÓN –
PROYECTO Y AMBIENTE SI+AMB
FADU-UBA
Morfología y Comunicación
PONENCIA
RESUMEN
Nuestro entorno es una fuente inagotable de modelos geométricos. Podemos entender el mundo como un agregado múltiple de formas simples configurado por simetrías. No
sólo el círculo o la esfera, también los poliedros regulares y arquimedianos, sinusoides,
trayectorias curvas, espirales, catenarias, hiperboloides y especialmente las secciones
cónicas están presentes en diversos organismos de la Naturaleza.
Estos organismos muestran preferencia por el ángulo de 120º, al envés del ángulo recto
y muchas superficies se estructuran como redes planas de polígonos repetidos, como la
pavimentación en hexágonos. En el espacio tridimensional las tramas o redes adoptan la forma de empaquetamiento de poliedros, como es el ejemplo de las siete redes cristalográficas. El asombro por las geometrías de la Naturaleza y su expresión plástica
continúa cuando identificamos sistemas de proporción geométrica, aritmética o armónica en los organismos vivos, como el ejemplo del crecimiento gnomónico caracterizado por la espiral. El universo biológico muestra así tendencia para patrones o leyes de proporción, como son la sucesión de Fibonacci o la Proporción Áurea. ¿Pero que son Geometrías Sustentables? La Geometría Sustentable, llamada así por el
físico-matemático estadounidense Dan Winter1 (6), es el estudio y reconocimiento de las relaciones y estructuras que están subyacentes a todo organismo viviente. Formas que están organizadas mediante patrones, proporciones, códigos y símbolos que estructuran la energía en sistemas más y menos densos, constituyendo la fuente y la base metafórica y concreta de la Creación.

La geometría es la manifestación plástica de una ley de formación y el análisis de los códigos y lenguajes que permiten conceptualizar y concretar nuestro entorno. Pero la Geometría es también el nacimiento de las propias leyes físicas y de la presión evolutiva
hacia la forma más adaptada a esas Leyes, lo que ha permitido también ir cambiando la
noción de su carácter místico para el actual principio científico. El término sustentabilidad aplicado a la Geometría viene de la necesidad de tratar el diseño de formas y espacialidades en base al pensamiento de la contemporaneidad y los
nuevos paradigmas provenientes de las ciencias de la complejidad, por un lado, y por
otro lado de la necesidad de entender el espacio que habitamos como algo compuesto
por organismos vivos garantizando la continuidad de las generaciones futuras.

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Revista BREVIS
Marco Aresta
La mentira de la forma
Hablar de la forma arquitectónica es hablar de un área particular de la morfología, la morfología del hábitat. Sus consideraciones pueden ser de orden filosófico o conceptual, biológico o vivencial, epistemológico, etcétera, pero una cosa es cierta: se trata de espacialidad y más que la estructura, contenedor o contenido, es tratar acerca del universo invisible, esa no materia que es ámbito de actuación y experiencia del individuo con la Forma.
Como dijo Kandinsky en De lo espiritual en el Arte: “Cualquier creación es hija de su tiempo y, la mayoría de las veces, madre de nuestros propios sentimientos”. Cada entorno cultural y social expresa determinadas configuraciones que diseña las formas de su tiempo, ya que, la Forma, es siempre cultural. La forma arquitectónica es así producto de su tiempo y lugar y como tal debe de evidenciar las características que la determinan formalmente. Lo que quiero decir es que cuando epistemológicamente surge la discusión sobre lo que es la Arquitectura, ella es lo que la contemporaneidad determina y luego lo que el lugar y el medio social y cultural le exigen.

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FADU – UBA
UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES
FACULTAD DE ARQUITECTURA, DISEÑO Y URBANISMO
INSTITUTO DE LA ESPACIALIDAD HUMANA
LOW-TECH, HIGH-TECH Y ECO-TECH
MARCO ARESTA
2010
“En un mundo ordenado más humanamente, y más consciente de dónde radican las
principales responsabilidades humanas de los arquitectos, los capítulos siguientes no necesitarían excusa alguna, y probablemente nunca hubiesen necesitado ser escritos.”1
ESPACIOS PARA MÁQUINAS
La tecnología es un dato actual y la arquitectura contemporánea debe contemplarlo
para que no resulte en una copia o resumen del pasado. Enormes cambios se produjeron en el pasaje del siglo XIX al XX. Como el ejemplo que nos da Reyner Banham, cuando la iluminación eléctrica planteó a los arquitectos el desafío del entorno ambiental, “en relaciones directas al arte de la arquitectura, porque la gran abundancia de luz junto con grandes superficies de material transparente o translúcido, invirtió efectivamente todos los hábitos visuales bajo los cuales los edificios eran vistos” y según los cuales eran proyectados.

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Módulo orgánico

Escrito por Nuria
Vilalta.
Redactora de ecoHacer
Comunicación
ecohacer@gmail.com

En busca de una alternativa para la universalidad de la vivienda digna y sana, el arquitecto Marco Aresta junto con el albañil Jorge Belanko, impulsan el Módulo Orgánico para la autoproducción de la vivienda de bajo coste.

La voluntad de proyectar esta íntima y sutilmente vinculada a la realidad del deseo. Para los surrealistas el deseo era el sustrato ético y estético que tiende a cambiar la vida, por lo que el deseo era considerado como el acto proyectual que llevaba a la
innovación, es decir, el acto revolucionario que producía cambios.
Guiádos por ese deseo revolucionario el reconocido albañil Jorge Belanko y el arquitecto Marco Aresta, con el estudio EcoHacer, trabajaron durante los últimos años tratando de encontrarle una respuesta a la compleja situación actual de la vivienda: ¿Cómo pasar del deseo de tener una vivienda a conseguir hacersela?
Para ello tuvieron que cuestionar el actual proceso de proyección de las viviendas y la metodología adoptada en la construcción de las mismas que enfrenta diariamente a
proyectista y constructores con una realidad: la extrema dependencia de la sociedad a un sistema tecnócrata que contrasta con la urgente necesidad de la vivienda digna en
los pueblos ibero-americanos. Recordaron entonces que sus profesiones han de ser funcionales a la sociedad y no, como diría el arquitecto R.Fusco1 “pura adecuación consumista o de investigación y experiencia vanguardista”. Para ello pensaron en un plan de trabajo que abarca desde el diseño participativo hasta el asesoramiento para la autoconstrucción y la formación, con la finalidad de que la familia se vuelva lo más independiente posible en el recorrido de proyectar y edificar su vivienda.

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MORFOLOGIAS DE TECHOS
Marco Aresta y Giulia Scialpi
ecohacer@gmail.com
INTRODUCCIÓN
Cuando hablamos de morfologías de techos, hablamos del diseño de espacialidades conformadas por geometrías que se materializan en techos.
La forma de los techos es tenida como la presencia unívoca de la instancia de apropiación que se da en el espacio. Así, las formas de los techos trascurren del espacio determinado por geometrías, patrones y proporciones universales presentes en los reinos y dominios de los seres vivos a las cuales llamamos de Geometría Sensible.
Con esto veremos como el techo Hógan y el techo reciproco son algo más que simple techos; son entidades simbólicas que nos conectan como arquetipos de la humanidad.
El espacio es tenido, a su vez, como contenedor y contenido de los elementos geométricos materializados en los techos. Unas veces son los interiores y otras los exteriores que se expanden por principio de fractalidad, en esa barrera tenue con el infinito macro y micro. Pero para hablar de espacio tengo que definir primero en qué términos hablo de la relación entre espacio y forma y considerar la Geometría en el espacio no como entidad individual, sino como sistema complejo definido por sus partes, es decir, sistema que integra el espacio y la forma en una relación de equilibrio. Esta
relación de equilibrio se da cuando asumimos la forma como contenedor y contenido de un espacio y un contra-espacio, o sea de una espacialidad que circunscribe a la forma y de otra espacialidad que se inscribe en la forma. La forma es tomada como la parte tangible de la Geometría, limitante y limitada del espacio. Las limitaciones no resultan restrictivas y determinantes incuestionables, sino creativas, instancias ostentadas de
la apropiación del espacio. La geometría tiene una “dimensión ostentada” correspondiente al extrovertido mundo de las formas y una “dimensión ausente” perteneciente al silencioso mundo del espacio. [3]
Los techos viven exactamente en el borde entre el espacio interior y exterior, son la epidermis de ambos. La forma de los techos delimita así la espacialidad y ostente su geometría.
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SUPERFICIES ORGANICAS EN LA CONSTRUCCION NATURAL
ARESTA, Marco & Ecohacer
Ecohacer@gmail.com
Laboratorio de Matemática y Diseño (LMyD), Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo
Tecnología en Relación
Resumen
Partiendo de la pregunta: “¿Cuáles son las tecnologías y las formas pertinentes para el territorio?”, inscribimos esta ponencia en el marco de nuestra investigación académica y profesional. Somos seres vivos que habitamos y conformamos espacialidades tridimensionales. La morfología de estos espacios que habitamos viene dada por la adecuación a nuestros movimientos y conductas orgánicas, como entes biológicos que somos. Así pues, entendemos la forma como el conjunto de morfologías que conforman el espacio tridimensional de la vivienda, siendo las tecnologías las que permiten la ejecución de dicha espacialidad. Estos espacios están constituidos por superficies que definen volúmenes, superficies que a nivel arquitectónico conforman los pisos, paredes y techos. Nuestra inquietud pasa por pensar el espacio en su totalidad como una espacialidad destinada a un ser vivo, el ser humano. Partimos de la hipótesis de que tanto los techos como las paredes deberán definir espacios orgánicos constituidos por superficies cuya morfología se apoye en los principios de la Naturaleza biológica, proponiendo una adaptación al entorno y abrazando las necesidades espaciales de un determinado ser vivo.
Nuestra investigación se basa en el estudio de los comportamientos estructurales de formas de la Naturaleza biológica y su aplicación a la escala del edificio, resolviendo los problemas constructivos derivados con el menor impacto posible a nivel de recursos económicos, humanos y energéticos. Por tanto, la utilización de tecnologías apropiadas al lugar y de materiales naturales y sanos es premisa fundamental de nuestra
investigación, en la cual pondremos el foco de estudio en los techos. Así pues, la importancia del estudio de las superficies curvas y también de las superficies alabeadas
consiste en la posibilidad de construir techos orgánicos proponiendo una espacialidad estudiada tridimensionalmente a nivel de proyecto. Por un lado se investigan las superficies curvas con generatriz curva y/o directriz curva, y por otro las superficies curvas posibles de ser generadas por rectas (alabeadas). La característica de las superficies alabeadas es que al ser regladas, es decir, generadas a partir de rectas,
posibilitan un dominio sobre la construcción del techo, puesto que cada viga del techo puede ser una generatriz de dicha superficie.
Por tanto, con el objetivo de generar techos orgánicos, la investigación se centra en el entendimiento de los procesos de generación geométrica y su aplicación como herramienta para proyectar, y en las técnicas de construcción natural para llevar a cabo tanto las superficies curvas (revolución y traslación) como las superficies regladas alabeadas.
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